sexta-feira, 15 de abril de 2011

COM JORGE JUSTINO NA PRESIDÊNCIA DO SINGAERJ - SINDICATO DOS GUARDADORES DE AUTOMÓVEIS A LUTA CONTINUARÁ

É com tristeza que assumo a presidência do SINGAERJ – SINDICATO DOS GUARDADORES DE AUTOMÓVEIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, em substituição ao incansável e insubstituível Companheiro José Vieira Campos, que se encontra internado desde o dia 17 de março, na UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI do HOSPITAL DE CLÍNICAS ANTÔNIO PAULINO, sem previsão de alta. Não tenham dúvidas que darei o melhor de mim, pois, quando o Companheiro José Vieira recuperar a sua saúde encontrará o Sindicato como ele sempre desejou. Darei continuidade aos seus objetivos, exigindo, o fiel cumprimento dos Estatutos Sociais da Entidade, bem como, se necessário for, fiscalizarei, pessoalmente, o exercício da profissão dos guardadores de veículos, não permitindo, que os famigerados “flanelinhas” e/ou guardadores ilegais denigram a imagem destes humildes, porém honrados trabalhadores. ...”O Sindicato não pode e nem deve se curvar às pretensões de determinadas pessoas que usam o nome da categoria em seus próprios benefícios”. Temos que resgatar a imagem e credibilidade do Sindicato e da nossa categoria profissional. Para isso, conto, principalmente, com a compreensão das autoridades constituídas do nosso Município e Estado, como também, à vontade e dedicação de toda a nossa Diretoria, Funcionários, Colaboradores e Guardadores de Veículos do SINGAERJ. Se restabeleça e volte logo, Companheiro.

A LUTA CONTINUA.

JORGE de Miranda JUSTINO

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Quem luta e persevera vence

Eu já passei por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida espero ainda minha vez

Confesso que sou de origem pobre
Mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez

E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

Só posso levantar as mãos pro céu
Agradecer e ser fiel ao destino que Deus me deu

Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho, vivo
De mansinho , lá vou eu

Se a coisa não sai do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar

E aos trancos e barrancos, lá vou eu
E sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Trânsito em foco - Celso Franco: educaçao@jb.com.br

Transcrevemos a matéria publicada no JB pelo maior especialista em trânsito do Rio de Janeiro: Sobre os guardadores e flanelinhas

Em janeiro de 1967, premido por dificuldades financeiras, tomei a dolorosa decisão de passar para a reserva do serviço ativo da Marinha. Procurei minha saudosa amiga, deputada Yara Vargas, colocando-a a par de minha decisão e enfatizando a necessidade do governo Negrão de Lima, de colocar alguém no Detran capaz de manter a mesma eficiência da excelente administração do coronel Fontenelle, no governo Lacerda. Com a aceitação de minha sugestão, face ao Plano Diretor para o Trânsito que apresentei, iniciei a minha preparação para enfrentar o novo desafio, aprofundando-me nos estudos e pesquisas sobre o tema trânsito urbano, enfocando o Rio.
Nessas pesquisas, interroguei um guardador de automóveis, de meia-idade, sobre o que achava da novidade de colocarem, como guardadores, estudantes universitários nos estacionamentos recém-criados na Avenida Presidente Vargas.
Respondeu-me de maneira sucinta e definitiva: - Nenhum deles tem os cinco filhos que eu tenho para criar e educar.
Ao assumir o Detran, em junho de 1967, encontrei os estacionamentos do Rio com a sua operação e guarda divididas, com uma coexistência pacífica, entre o Estado, através a Fundação dos Terminais Rodoviários, e a Associação dos Guardadores Autônomos, em sua maioria de meia-idade ou da terceira idade. Ao estabelecermos uma comissão técnica que priorizou a fluidez para criação e o regime de funcionamento das áreas legais de estacionamento - inclusive criando o rotativo, controlado por disco, como em Paris - sugeri a oficialização dos guardadores autônomos, dando-lhes o status de pessoa jurídica, com direitos e deveres, além da criação de um sindicato. Com a instituição do sindicato e a oficialização de seu trabalho, desde então prestam serviços de maneira irrepreensível.
Estarrecido, assisto agora à desordem que se estabeleceu nos estacionamentos, no que concerne à sua localização e regime de funcionamento, a par do tolerante descalabro do estacionamento irregular.
Como clímax deste triste espetáculo, a usurpação, por concorrência, do filé mignon dos estacionamentos, na Zona Sul, por uma firma que, até agora, não demonstrou nem competência, nem idoneidade, para exercer o que se propunha a fazer.
O impasse está criado, com sérios prejuízos para o usuário e o erário público.
Espero que, pelo menos neste caso, deste grave problema social, a CET-Rio não mantenha o seu contumaz comportamento, de Pilatos no credo em relação aos problemas do trânsito, que infernizam a vida do habitante do Rio e, dando justiça a quem dela tem sede e, por isso, são bem-aventurados, segundo nos ensinou Jesus Cristo. No Sermão da Montanha. Fonte: JB/ONLINE - Celso Franco

domingo, 19 de setembro de 2010

Ação tem 14 flanelinhas detidos e 20 carros rebocados no Centro do Rio

Eles responderão por exercício ilegal da profissão. Na Lapa, operação rebocou 54 veículos na última sexta (17).

A operação da Secretaria especial de Ordem Pública (Seop) no Centro do Rio, na manhã deste sábado (18), terminou com 14 flanelinhas detidos. Entre eles, sete já tinham passam pela polícia., segundo a Seop.

Ainda de acordo com a secretaria, os detidos vão responder por exercício ilegal da profissão. Os agentes flagraram os flanelinhas na Avenida Presidentes Vargas altura da Candelária e ao longo da Avenida Rio Branco. Durante a fiscalização, foram rebocados 20 veículos e multados outros 25 por estacionamento em local proibido.

Seop reboca 54 veículos na Lapa
Na noite de sexta-feira (17), a Seop rebocou 54 veículos e multou 120 por estacionamento irregular na Lapa. Agentes também apreenderam 10 latas de cerveja e 6 de refrigerantes com ambulantes não autorizados. Fonte: G1

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Anunciado em Assembléia Geral um convênio de cooperação técnica com o Sindicato dos Guardadores de Carros do Pará

Não ao Zona Azul
Belém - Guardadores e lavadores de carros de Belém confirmaram ontem, em assembleia geral no Memorial dos Povos, que não aceitam a Zona Azul. Os flanelinhas reafirmaram na assembleia a posição contra projeto da prefeitura de cobrança de estacionamento por uma empresa terceirizada nas principais ruas de vários bairros de Belém.
O projeto acabou na Justiça por iniciativa do Ministério Público, depois da reação contrária dos guardadores de carros, que há décadas trabalham de forma autônoma nesses locais.
"A decisão é deles, a Zona Azul pode trazer alguns benefícios como a carteira de trabalho assinada e previdência, mas os trabalhadores acreditam que é melhor como está, a maioria está acostumada a ganhar muito mais do que o salário mínimo que ganharia com o projeto e a ter dinheiro no bolso todo dia, não no final do mês", argumentou Elias Silva, presidente da Associação dos Lavadores e Reparadores de Carros de Belém.
A direção do Sindicato dos Lavadores, Guardadores e Reparadores de Veículos do Pará também participou da asembleia, juntamente com representantes da área da segurança pública do Estado, que decidiu intervir no problema até encontrar uma saída conjunta com os trabalhadores.
Durante a reunião, foi anunciado um convênio de cooperação técnica com o sindicato. Os trabalhadores serão cadastrados na Divisão de Polícia Administrativa (DPA) com o mesmo número de matrícula que já possuem no sindicato para participar de capacitações e também se tornarem agentes de Polícia Comunitária. Eles serão capacitados pelas Polícias Militar e Civil e pelo Detran, com apoio da Câmara Setorial de Segurança Pública.
Os guardadores serão identificados por um colete com o número de cadastro para trabalhar nas ruas de Belém. Segundo a associação, há hoje 5.400 trabalhadores no setor, e apenas 1.080 estão cadastrados. Participaram da assembleia com os flanelinhas o delegado geral, Raimundo Benassuly, e o coordenador da Câmara Setorial de Segurança Pública, Eduardo Sizo. Fonte: Amazônia Jornal

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A candidata a presidente Marina Silva (PV) agradeceu e abraçou um guardador de carros

SÃO PAULO - A candidata a presidente Marina Silva (PV) chegou com uma hora de atraso para a agenda no Mercado Municipal, no horário de maior movimento, o do almoço. A candidata ganhou beijos de eleitores e, apesar da insistência dos feirantes, não comeu os quitutes que lhe eram oferecidos. Sempre a sorrir, Marina explicava que era alérgica e só podia comer nos horários certos. Na hora de ir embora, a candidata agradeceu e abraçou o guardador de carros José Carlos, que havia vigiado o automóvel da campanha. "O seu nome agora está famoso, todo mundo agora quer ser 'Zé'", declarou, em referência indireta ao candidato do PSDB a presidente, que, na publicidade eleitoral, se apresenta com o apelido. Fonte: ESTADÃO.COM.BR

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Guardadores e lavadores de carros recebem suporte da administração

Brasília - O administrador do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Edson Rosa, firmou parceira com as secretarias de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) e de Ordem Pública e Social (Seops) para que os guardadores e lavadores de carros (os flanelinhas) trabalhem de acordo com o Decreto nº 30.522, de regularização da categoria. “Eles não precisam mais ter medo da fiscalização, os que trabalham honestamente terão todo o apoio da administração. Essa ação é para coibir qualquer atividade ilícita na região”, afirma o administrador.

A Seops em parceria com a 8ª Delegacia de Polícia fará operações de fiscalização no setor. As primeiras ações serão educativas, para que os trabalhadores tenham conhecimento do decreto e façam a regularização corretamente. A Administração Regional irá disponibilizar panfletos com todas as orientações a serem seguidas para o cadastramento. Depois da regularização feita, a Secretaria de Ordem Pública e a 8ª DP farão operações punitivas para os que não estiverem de acordo com a lei.

Decreto – Pela determinação do GDF, esses trabalhadores não poderão mais exercer o oficio se não estiverem cadastrados e com o registro junto a DRT (Delegacia Regional do Trabalho) e a Sedest. E também não poderão mais lavar carros com água. “Isso agride o meio ambiente e é um desperdício de água também”, conta Edson Rosa. A lavagem só poderá ser feita a seco. Para isso funcionar, a Sedest dá cursos de capacitação e treinamento para o novo tipo de lavagem. “Esses cursos de capacitação serão ministrados no auditório da Administração, assim todos terão acesso as aulas, pois não precisam se deslocar para muito longe, já que terão as aulas próximas ao local de trabalho”, argumenta Edson Rosa. (Fonte: Jornal Coletivo Mais Comunidade)